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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Quem bate em poste paga o prejuízo?

Agente revela a verdade por trás de mais um mito.



Postes, pontes, guard-rails... Se você danificar qualquer um deles em um acidente de trânsito, pode pôr na conta a reparação ou a substituição das estruturas, além do conserto do carro. Se o choque for contra um poste, torça para ter abalroado um dos mais simples: dependendo do tipo, o prejuízo pode passar de R$ 7 mil. Segundo a AES Eletropaulo, que distribui energia elétrica na região metropolitana de São Paulo, um poste com estruturas básicas – circuito primário, ramais de ligação de clientes de baixa tensão e braço de iluminação pública – custa R$ 3,8 mil. Já se ele tiver equipamentos de grande porte, como transformadores, pode atingir R$ 7,5 mil. No Paraná, de acordo com a Copel, o conserto costuma sair por R$ 2.613,55, o que inclui materiais, equipamentos, deslocamento de pessoal e mão de obra.
A prefeitura, ou a empresa que fornece energia, costuma parcelar a dívida. Caso o motorista não tenha condições de arcar com a despesa, pode ter os bens penhorados ou o nome incluído na lista de inadimplentes da concessionária. Mas, e se a culpa não tiver sido de quem bateu? Bem, cada lugar segue uma regra. Em São Paulo, são exigidas provas incontestáveis para liberar esse condutor do pagamento. Já em Curitiba, não adianta: o dano é cobrado de quem colidiu contra o poste. 
 O Globo

NOSSO VEREDICTO: VERDADE

Não é lenda urbana
O condutor que destrói o patrimônio coletivo 
tem de arcar com a despesa do conserto e/ou 
manutenção. Só no Paraná, mais de 2 mil postes 
são atingidos por veículos todos os anos.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Mercedes desenvolve câmbio de nove marchas

A tecnologia poderá estrear no sedã de luxo da Classe S de 2012
  Divulgação
Desenho em corte da caixa automática de nove marchas 
 
A Mercedes-Benz desenvolve um câmbio automático de nove marchas, segundo a revista eletrônica inglesa Autocar. O novo câmbio Dubbed 9G-Tronic, comparado com o mais antigo de sete marchas, oferecerá maior eficiência somada à redução de emissão de CO2. A tecnologia será utilizada em modelos de carros com motor de grande cilindrada e deverá estrear no sedã de luxo da Classe S de 2012.

O número de nove marchas impressiona, mas os projetistas marca alemã afirmam que esse é o máximo de trocas tecnicamente possível. A
Mercedes-Benz também foi a responsável pela introdução do câmbio de sete marchas no mercado, em 2003. Nos últimos anos, esse patamar de número de trocas tinha sido ultrapassado pelos câmbios de oito marchas desenvolvidos pela Audi e pela BMW.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Por que trocar o óleo a intervalos adequados?

À medida que se utiliza um veículo, a quantidade de contaminantes no óleo vai aumentando. Como os produtos da combustão são formados continuamente, e, conseqüentemente, absorvidos pelo óleo, torna-se cada vez mais difícil que ele proteja e lubrifique o motor.

Além disso, os aditivos, como os que dispersam os materiais formadores de borra e evitam a ferrugem e a corrosão, se esgotam enquanto cumprem suas funções. Quando o esgotamento dos aditivos atinge determinado ponto, o óleo não consegue mais cumprir seu objetivo.

Troca de Óleo

O intervalo adequado para a substituição do óleo pode variar devido a vários fatores:

Hábitos de direção

Arranques bruscos e aceleração excessiva provocam desgaste prematuro do motor e uma maior oxidação do óleo, reduzindo sua vida útil. O uso do veículo em engarrafamentos também é uma condição severa, devido às altas temperaturas alcançadas e à diluição do óleo durante a utilização do "ponto morto".

Precisão na ingestão de combustível

Para a queima do combustível ocorrer de forma plena, é necessário que seja pulverizado na câmara de combustão. Injetores ou carburadores sujos acarretam uma queima incompleta e uma conseqüente contaminação do óleo.

Condição mecânica do motor

Em motores mal conservados, as peças estão desgastadas, provocando uma maior contaminação do óleo, além de vazamentos.

Condição dos filtros

Filtros sujos e/ou de baixa qualidade provocam contaminação prematura e também devem ser substituídos periodicamente.

Conclusão

Uma boa dica é trocar o filtro de óleo sempre que trocar o óleo. Mesmo que seja utilizado um filtro de qualidade, limpo e eficaz na remoção de abrasivos do óleo, ele não será capaz de filtrar o óleo diluído por combustível, água ou outras fontes de contaminação liquida, que são fatores que contribuem para a degradação do lubrificante. Por isso o óleo e os filtros (de ar, óleo e combustível) precisam ser trocados em intervalos adequados, seguindo a recomendação do manual de seu veículo. Consulte-o sempre.

sexta-feira, 7 de maio de 2010