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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Conheça os critérios do CONTRAN para Extintor de incêndio

  • Texto: Adriana Bernardino
 
 O uso de extintor de incêndio é obrigatório em automóveis de passeio no Brasil desde 1972, pela Resolução nº 410/68 sobre o Decreto 62.127 de 16 de janeiro de 1968, que havia tornado seu uso obrigatório em veículos de carga e transporte coletivo. De fábrica os veículos passaram a trazer o extintor desde 1970, por força da mesma Resolução 410/68.

Em 22 de abril de 2004 foi publicada a Resolução nº 157¹, que determina a substituição dos extintores tipo BC, utilizados até então nos veículos, por produtos do tipo ABC.

A substituição foi proposta porque 90% dos incêndios iniciados no motor através de vazamento de combustível ou por curto-circuito (classes B e C, respectivamente), logo atingem materiais sólidos, como a manta do capô, partes plásticas, painéis, etc. (classe A), por isso adotou-se o pó ABC. Veja:

Classe A: Fogo em materiais sólidos que deixam resíduos (por exemplo: madeira, papel, tecido e borracha);

Classe B: Fogo em líquidos, gases e graxas, combustíveis ou inflamáveis (gasolina, óleo, álcool e querosene);

Classe C: Incêndios que envolvem equipamentos elétricos energizados (bateria e motores elétricos).

Os novos extintores têm durabilidade-padrão de 5 anos. O objetivo é acabar com a recarga dos extintores, isso porque um estudo do IPEM (Instituto de Pesos e Medidas) revelou que a qualidade dos extintores recondicionados de 59 oficinas apresentou um resultado alarmante: 98,3% foram reprovadas. Fonte: www.ipem.sp.gov.br

Desde 1º de janeiro de 2005 todos os carros novos comercializados no país – nacionais ou importados – trazem, obrigatoriamente, extintores com carga de pó ABC.

Entre os veículos em circulação (que ainda tenham extintores BC), a substituição também foi iniciada em janeiro de 2005 e ocorrerá gradualmente dentro do período de 5 anos, seguindo tabela de vencimento do teste hidrostático². A partir de 1º de janeiro de 2010, todos os veículos em circulação já deveriam portar o extintor com carga de pó ABC ou equivalente.

Para saber quando fazer a substituição, verifique a data de fabricação do extintor atual (extintores originais), ou do último teste hidrostático (extintores recondicionados) indicado na base do cilindro e em cor prateada.

O critério de tempo adotado pelo CONTRAN para que os usuários façam a substituição dos extintores é simples: quanto mais velho for o cilindro, mais cedo deverá ser feita a troca.

Fonte: Kidde (www.kidde.com.br)

1 - Resolução Contran nº 157
www.denatran.gov.br/download/Resolucoes/resolucao157_04.doc

2 - Teste hidrostático: Teste de resistência do cilindro à pressão. É realizado de 5 em 5 anos. O último ano autorizado para testes em extintores veiculares (1kg) foi 2004.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

O óleo lubrificante do motor tem validade? Ele envelhece? Perde sua viscosidade? Suas propriedades físico-químicas se alteram? Sim, e o óleo ainda perde a capacidade de exercer todas as suas funções dentro do motor.
O óleo do motor é fabricado dentro de um rigoroso conceito de lubrificação para atender as características dos motores, mais antigos e motores mais modernos. O óleo do motor, mineral tem seu índice de viscosidade e recebe aditivos extras que o condicionam a trabalhar sob diferentes condições de aplicação. Os óleos sintéticos, feitos em laboratórios, são ainda melhores elaborados com aditivos especiais que melhoram o poder de lubrificação do óleo. Como todo item do automóvel e particularmente do motor, o óleo lubrificante tem validade e precisa ser substituído num prazo, dependendo do óleo e fabricante do motor, estabelecido no plano de manutenção do veículo.
A validade é cotada de duas formas, a primeira considera o tempo de uso do óleo dentro do motor, onde na maioria dos casos é aconselhado ser substituído no prazo de seis meses em função do óleo, mesmo não atingindo o prazo de troca por quilometragem, se oxidar e se contaminar dentro do motor, perdendo suas propriedades de lubrificação.
A segunda forma considera a troca de óleo do motor pela quilometragem alcançada pelo veículo, onde o óleo cumpriu com sua função dentro do motor, sob as mais diversas condições de uso. Essa quilometragem é estabelecida pelo fabricante do motor, e alguns veículos têm prazos de troca diferentes dos outros.
Em situações de uso severo, dito para situações onde o veículo transita em estradas de chão, empoeiradas ou sob intenso trânsito de cidade, estes prazos são reduzidos por que o motor trabalha em condições extremas extraindo do óleo todo seu potencial. Com o tempo ou quilometragem o óleo precisa ser substituído, garantindo eficiência do motor, menos desgaste das peças e uma redução no consumo de combustível.

Texto: Gionei da Rocha

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Rodar com pára-brisa quebrado dá multa

Dirigir com o pára-brisa danificado pode render uma penalização de R$ 127,69 , além de contar cinco pontos na carteira de habilitação

Por que o pára-brisa dos carros se quebram com tanta facilidade? Isso acontece porque, quando o vidro é atingido por uma pedra ou outro objeto, cria-se uma bolha de ar, fazendo com que haja a separação do vidro, formando a famosa trinca.
Entretanto, o pára-brisa dos carros produzidos nos últimos 10 anos passaram a utilizar o vidro laminado, que é mais seguro do que o temperado. O pára-brisa laminado é composto por duas lâminas de vidro e uma folha de plástico (geralmente polietileno). Essa proteção plástica impede que, no caso de pequenos impactos, os estilhaços atinjam os ocupantes do carro.
Já nos acidentes com os veículos mais antigos, equipados com pára-brisa temperado, o vidro se quebra indo de encontro aos passageiros.
Se o pára-brisa não for recuperado ou substituído, a trinca pode aumentar com o movimento do veículo e com a variação da temperatura, que faz o vidro dilatar. No lado do motorista, a rachadura pode dificultar a visibilidade.
Além do mais, trafegar com o pára-brisa do veículo quebrado pode render uma multa de R$ 127,69 e cinco pontos na carteira de habilitação. A infração está prevista no Código Brasileiro de Trânsito, no artigo que diz que “dirigir o automóvel em má estado de conservação” é uma falta grave. O carro ainda está sujeito à apreensão.

RECUPERAÇÃO – Um pára-brisa com uma trinca de até cinco centímetros não precisa ser substituído. Há empresas que fazem a recuperação da área danificada, deixando o vidro com a aparência de novo. O custo representa, aproximadamente, 30% do valor de um pára-brisa ‘zero’.
O conserto é feito com uma resina que cola as lâminas do vidro. Essa alternativa é a mais viável, se comparado ao custo da troca. Nos modelos populares – Gol, Palio e Corsa – o pára-brisa novo sai por R$ 180, incluída a mão-de-obra. O menor preço cobrado na recuperação do pára-brisa é de R$ 30, dependendo do tamanho e do tipo da avaria.
Geralmente, o serviço é feito em uma hora, sem retirar o pára-brisa do veículo, preservando, dessa forma, a vedação original e evitando riscos de infiltrações. As empresa que realizam o trabalho garantem que o local consertado não continuará abrindo. Algumas recuperadoras dão até cinco anos de garantia. O reparo com resinas pode deixar marcas se o dano for grande.

DICAS – Se o seu automóvel for atingido por um objeto, causando o trincado, não lave o pára-brisa, nem pressione o local afetado. Isso o fará aumentar. O uso de colas e adesivos também não é recomendado. Além de não evitar que a trinca se alastre, o procedimento pode dificultar a recuperação.

Fonte: JC Online

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Quem bate em poste paga o prejuízo?

Agente revela a verdade por trás de mais um mito.



Postes, pontes, guard-rails... Se você danificar qualquer um deles em um acidente de trânsito, pode pôr na conta a reparação ou a substituição das estruturas, além do conserto do carro. Se o choque for contra um poste, torça para ter abalroado um dos mais simples: dependendo do tipo, o prejuízo pode passar de R$ 7 mil. Segundo a AES Eletropaulo, que distribui energia elétrica na região metropolitana de São Paulo, um poste com estruturas básicas – circuito primário, ramais de ligação de clientes de baixa tensão e braço de iluminação pública – custa R$ 3,8 mil. Já se ele tiver equipamentos de grande porte, como transformadores, pode atingir R$ 7,5 mil. No Paraná, de acordo com a Copel, o conserto costuma sair por R$ 2.613,55, o que inclui materiais, equipamentos, deslocamento de pessoal e mão de obra.
A prefeitura, ou a empresa que fornece energia, costuma parcelar a dívida. Caso o motorista não tenha condições de arcar com a despesa, pode ter os bens penhorados ou o nome incluído na lista de inadimplentes da concessionária. Mas, e se a culpa não tiver sido de quem bateu? Bem, cada lugar segue uma regra. Em São Paulo, são exigidas provas incontestáveis para liberar esse condutor do pagamento. Já em Curitiba, não adianta: o dano é cobrado de quem colidiu contra o poste. 
 O Globo

NOSSO VEREDICTO: VERDADE

Não é lenda urbana
O condutor que destrói o patrimônio coletivo 
tem de arcar com a despesa do conserto e/ou 
manutenção. Só no Paraná, mais de 2 mil postes 
são atingidos por veículos todos os anos.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Mercedes desenvolve câmbio de nove marchas

A tecnologia poderá estrear no sedã de luxo da Classe S de 2012
  Divulgação
Desenho em corte da caixa automática de nove marchas 
 
A Mercedes-Benz desenvolve um câmbio automático de nove marchas, segundo a revista eletrônica inglesa Autocar. O novo câmbio Dubbed 9G-Tronic, comparado com o mais antigo de sete marchas, oferecerá maior eficiência somada à redução de emissão de CO2. A tecnologia será utilizada em modelos de carros com motor de grande cilindrada e deverá estrear no sedã de luxo da Classe S de 2012.

O número de nove marchas impressiona, mas os projetistas marca alemã afirmam que esse é o máximo de trocas tecnicamente possível. A
Mercedes-Benz também foi a responsável pela introdução do câmbio de sete marchas no mercado, em 2003. Nos últimos anos, esse patamar de número de trocas tinha sido ultrapassado pelos câmbios de oito marchas desenvolvidos pela Audi e pela BMW.